A interdição pode ser considerada quando uma pessoa não consegue praticar determinados atos da vida civil com segurança. O procedimento exige avaliação das condições concretas e deve preservar o máximo possível de autonomia.

A decisão define os limites da curatela e as responsabilidades do curador. Relatórios médicos, documentos pessoais e informações familiares contribuem para uma análise cuidadosa e individualizada.