A convivência com os avós pode contribuir para os vínculos afetivos e o desenvolvimento familiar.
A convivência familiar não se limita aos pais. Em muitas situações, a presença dos avós representa referência afetiva, apoio e continuidade das relações familiares, sempre observando o melhor interesse da criança ou adolescente.
Quando o diálogo não é possível, horários e condições podem ser organizados formalmente. A solução deve respeitar a rotina da criança, a autoridade parental e eventuais circunstâncias que exijam proteção especial.
Este material tem caráter exclusivamente informativo e não substitui uma consulta jurídica individualizada.
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